16 de novembro de 2015

Minha história de amor

Fomos feitos um para o outro. Quando eu nasci, já estava prometida a ele. Eu seria dele, e ele seria meu. Fui crescendo e ouvia muito falar dele. Onde quer que eu ia as pessoas falavam dele. Eu pensava em como eu poderia ser feliz com ele. Então alguém me apresentou. Descobri como poderíamos nos comunicar e, desde então, sempre nos falávamos.

Mas teve um momento em que me cansei dele, me afastei mesmo. Eu pensava diferente dele em muitas coisas e não dava pra se ter uma relação assim. Não concordava, então decidi seguir segundo minhas próprias opiniões. Andei com gente diferente, até mudei para ser igual a essas pessoas porque eu gostava do jeito delas. Dele eu tinha vergonha. Quando falavam sobre ele, fazia de conta que nem o conhecia.

Só que aquela distância acabou me machucando, eu resolvi procurá-lo para que voltássemos a conversar. Estava disposta a seguir os conselhos dele, afinal só assim para ficarmos juntos. E como eu falei, já estávamos prometidos um ao outro desde o inicio. Eu só não queria reconhecer.

Então depois de muita conversa, decidi que iria casar com ele. E casamos. Foram dias felizes no inicio, porém, por diversas vezes eu pensava em discordar dele novamente. Eu pensava em seguir o meus amigos. Eu ainda não o conhecia intimamente de verdade, sabe. Estava casada com alguém que eu mal conhecia.

Mas um dia decidi aprender mais sobre ele e quis conhecê-lo. Pois conhecendo eu o amaria de verdade e nunca me afastaria dele de novo. Até porque só podemos amar o que conhecemos. Talvez você se pergunte como eramos casados e eu não o conhecia. Mas é o que acontece quando se tem a mente fechada. Você vê a superficialidade e acha aquilo suficiente, quando ainda há tanto para se conhecer.

Desde então temos estado cada dia mais unidos e somos muito felizes ao lado um do outro. Sei que enquanto eu quiser conhecê-lo mais, ele conhecerá mais de mim. Nos amaremos para sempre e viveremos juntos e felizes por toda eternidade.

Essa é a minha história de amor com o meu amado Deus. Ele deseja ter uma história de amor com você também. Mas você precisa fazer como eu fiz. Case com ele através do batismo nas águas. E conheça-o através do batismo com o Espírito Santo. Renda-se a Ele, e sejam felizes para todo o sempre!

13 de novembro de 2015

O poder do mau testemunho

Assistindo Os Dez Mandamentos essa semana, estive refletindo sobre uma coisa. Desde o início das pragas ficamos torcendo por alguns egípcios, para que eles se convertessem ao Único Deus. Pessoas como Simut, Gahiji, Chibale, Radina, Karoma, Paser, Ikeni, Ana, Apuki (eu tava torcendo por ele, vai). Ver a alegria deles em deixar sua crença no deuses do Egito para se renderem ao Deus de Israel, me comoveu bastante.

Então comecei a pensar... Eles deixaram tudo. Deixaram costumes, crenças, valores, deuses, cargos, posições, riquezas para vagar pelo deserto com pessoas completamente diferente deles. Eles provaram a fé viva no Deus vivo. Mas eles não chegarão a Terra Prometida. Toda essa renúncia foi, praticamente, em vão. Eles morrerão no deserto. (spoiler!)

Oooh, mas isso é só novela! É. Só que a gente lembra que realmente muitos egípcios se converteram e seguiram com o povo de Israel rumo a Canaã. Porém eles não chegaram lá. Somente Josué, Calebe e suas famílias e aqueles que nasceram no deserto é que tomaram posse da Terra. A causa disso você pode ler nesse post.

11 de novembro de 2015

Tem que nascer de Deus


"O homem nascido de mulher tem vida curta e passa por muitos desapontamentos e dificuldades."
Jó 14:1

Todos somos nascidos da carne. E enquanto não temos o conhecimento do Espírito Santo, é assim que vivemos: entre desapontamentos, dificuldades, lutas, dores, tristezas, etc. Claro, dificuldades são comuns a todo ser humano. A diferença está no que essa dificuldade causa em você. Aqueles que são nascidos da carne, sofrem. Aqueles que nasceram de Deus vencem.

Nicodemos era um homem inteligente, conhecedor da palavra de Deus, principal entre os judeus. Um homem que havia lido sobre o Messias e, por isso, creu que era o Senhor Jesus. Mas essa crença não era suficiente. O conhecimento não era suficiente. Sua posição não era suficiente. Faltava-lhe algo. Veja o que Jesus lhe disse:

“Em verdade, em verdade te asseguro: quem não nascer da água e do Espírito não pode entrar no reino de Deus."
João 3:5

30 de outubro de 2015

Godllywood e eu #3 - Eu me permiti mudar

Continuação do post anterior.
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Eu tive que lutar. Era como se o grupo fosse uma pessoa com quem eu estivesse magoada. Resgatei a pureza relacionada às demais coisas naturalmente. Mas com o Godllywood foi o mais difícil. Eu tinha que me render. Tive o incentivo da minha tia e minha prima - que nem imaginavam como eu estava por dentro - e tive que agir contra a minha vontade. Voltei a fazer os desafios, porém não porque eu já tivesse mudado minha visão do grupo. Mas porque eu queria me obrigar a mudar. Precisei lutar contra mim mesma.

E então vieram as inscrições de 2015. Me inscrevi resolvida a ser diferente. Resolvida a mudar. Não queria participar por participar. Não queria fazer as ofertas por fazer. Sim, ofertas. As tarefas deixaram de ser tarefas, para tornarem-se ofertas que faria de todo meu coração para o meu Senhor.

Eu fiz diferente.

29 de outubro de 2015

Godllywood e eu #2 - Godllywood nunca mais!

Continuação do post anterior.
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Já fazendo os desafios, me inscrevi para Rush de 2013 com outras amigas minhas. Foi um período bom. Me concentrei em dar o meu melhor, agora sem mais pensar que não estava sendo boa o suficiente, ou que não era digna do grupo. Ajudei nas tarefas de minhas amigas. Fiz o melhor por mim e por elas também.

Só aconteceu uma não consegui cumprir. E foi a mesma tarefa de 2011. Eu namorava com um pastor na época e terminamos. Então já não estava fazendo mais o Rush para Rebecas, fui transferida para o Dócil e ali no penúltimo mês eu fui reprovada. E todas as minhas amigas que ajudei passaram.

Foi a pior época da minha vida. Eu sabia qual era o motivo da reprovação, mas ainda assim quis saber da Sister o porquê. Fiquei muito chateada pois não tive explicação nenhuma. Todas as minhas tarefas estavam certinhas, em dia. Eu achava muito injusto ter sido reprovada por causa de uma só. Comecei a procurar defeitos no grupo. Cada dia que passava eu me distanciava ainda mais. Criei uma revolta contra o Godllywood.

28 de outubro de 2015

Godllywood e eu #1 - Não mereço fazer parte do grupo

Eu conheci o grupo quando ele ainda estava no inicio, em 2010 e logo que entendi a proposta, veio o desejo de participar, pois eu queria ser uma mulher melhor para Deus. Eu vi ali uma oportunidade de mudança, pois eu carregava ainda muitos defeitos.

Não pude participar do Rush em 2010, mas em 2011 me lancei. Falei do grupo para um amiga e fomos nos inscrever juntas. Em fevereiro de 2011 comecei o meu primeiro Rush. Comecei com todo o gás, fazia todas as tarefas com o maior amor e dedicação. Lembro que nas tarefas de cozinhar ou de limpeza eu achava que não precisava, não era pra mim, pois sempre fui organizada nesse sentido. Mesmo assim, fiz com carinho cada tarefinha. No segundo mês, força total. No terceiro mês, já estava começando a desanimar. Havia atrasado uma tarefa no mês anterior e por conta disso achava que não ia mais passar. Depois de duas semanas, não acreditava que tinha chances, então fui desistindo aos poucos. Eu não me achava digna de entrar no grupo. Eu pensava que não merecia fazer parte.

19 de outubro de 2015

A verdade me libertou


Cada Jejum de Daniel é uma oportunidade para viver novas e marcantes experiências com Deus. Gosto de aproveitar para mudar em algum aspecto, para melhorar para Deus, para reparar defeitos e ser agradável ao meu Senhor. Eu sempre busco saber de Deus o que Ele quer de mim, e procuro fazer, por mais difícil que seja.

Já no primeiro dia do Jejum, numa reunião do Godllywood, durante a oração, comecei a me lembrar do meu início na fé, da minha conversão, de como Deus teve misericórdia de mim. Pedi a Deus que nunca me deixasse esquecer de onde eu saí. Durante o Jejum constantemente me recordava da minha vida antes de me converter. Era como se Deus estivesse me mostrando o que Ele fez por mim e que eu jamais deveria dar as costas para isso.